A língua portuguesa sofre influência africana desde os tempos da escravidão. Nesse período, um grande número de pessoas veio para o Brasil de vários locais da África, trazendo consigo seu modo de falar, viver e seus dialetos próprios.
Os principais grupos que contribuíram para a língua portuguesa foram os grupos guineano-sudanês (Guiné e Sudão Ocidental) e banto (África Austral). Um dos vestígios deixados pelos africanos em nossa língua é o prefixo ca- (pequeno), que aparece em várias palavras, como camundongo, calunga, caçula, calombo, cachimbo, carimbo etc.
Site: http://www.scrittaonline.com.br/artigos/a-influencia-africana-na-lingua-portuguesa
Leitura Stitch Mania *-*
O que estou fazendo aqui... Neste blog irei postar livros que leio e vou indicar também alguns livros legais...você também pode dar algumas dicas para meu blog e sugerir livros para eu ler e divulgar.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
"Dom Quixote - Miguel de Cervantes"
RESUMO DO LIVRO DON QUIXOTE DE LA MANCHA DE MIGUEL DE CERVANTES
A poucos dias li um livro...um livro muito legal acho que você deve conhece-lo,alias falam que cai em vestibular,então se você nao conhece aqui vai um resumo sobre esse livro fantastico e se gostar,para saber os detalhes você pode comprar o livro E aqui vai o livro é "Dom Quixote de La Mancha" - Miguel de cervantes.
Resumo:
Don Quixote de la Mancha é um personagem criado por Miguel de Cervantes no livro de mesmo nome. No Brasil, o título do livro é grafado como Dom Quixote de La Mancha. O título original completo era El ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha, com sua primeira edição publicada em Madrid no ano de 1605.
O protagonista da obra é um cavaleiro andante que vivia num mundo de sonhos e seu fiel escudeiro resolveram, no século XVII,caminhar pela Espanha a procura de aventuras.
Nesta época,os livros de cavalaria eram muito populares,pois narravam histórias fantásticas,com personagens nobres,puros e que lutavam pelo amor,pela paz e pela justiça. Miguel de Cervantes resolveu inovar e criou um personagem que gostava tanto de ler a ponto de enlouquecer e imitar seus heróis .Assim nasceu Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão pela leitura assídua dos romances de cavalaria e pretendeu imitar seus heróis prediletos. O nobre endoidecido andava pela Espanha como se fosse um dos grandes homens dos livros de cavalaria. Mas para que sua aventura fosse parecida com a proezas dos heróis literários,a imaginação interferiu na realidade:tratava monges como feiticeiros e lutava com moinhos de ventos como se fossem gigantes malfeitores,convencendo-se de que apenas homens destemidos como ele poderiam derrotá-los e, assim,trazer paz e justiça para a Espanha. O romance narra as suas aventuras em companhia Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem um perfil mais realista. A ação gira EM TORNO DAS TRÊS INCURSÕES DA DUPLA POR TERRAS DE LA MANCHA, DE ARAGÃO E DE CATALUNHA. NESSAS INCURSÕES, ELE SE ENVOLVE EM UMA SÉRIE DE AVENTURAS, MAS SUAS FANTASIAS SÃO SEMPRE DESMENTIDAS PELA DURA REALIDADE. O EFEITO É ALTAMENTE HUMORÍSTICO.
O VERDADEIRO NOME DO POBRE FIDALGO É ALONSO QUIJANO (QUIXANO), CHAMADO PELOS VIZINHOS DE O BOM. JÁ DE CERTA IDADE, ENTREGA-SE À LEITURA DESSES ROMANCES E SUA LOUCURA COMEÇA QUANDO TOMA POR REALIDADES HISTÓRICAS INDISCUTÍVEIS AS FAÇANHAS DOS PERSONAGENS DOS LIVROS, AS QUAIS COMENTA COM OS AMIGOS, O CURA E O BARBEIRO DO LUGAR. QUIJANO INVESTE-SE DOS IDEAIS CAVALHEIRESCOS DE AMOR, DE PAZ E DE JUSTIÇA, E PREPARA-SE PARA SAIR PELO MUNDO, EM LUTA POR TAIS VALORES E POR VIVER O SEU PRÓPRIO ROMANCE DE CAVALARIA. ESCOLHE UM TÍTULO PARA SI MESMO, O DE DON QUIJOTE DE LA MANCHA, APELIDA UM CAVALO VELHO E DESCARNADO COM O NOME DE ROCINANTE E ELEGE COMO DAMA IDEAL DE SEUS SENTIMENTOS UMA SIMPLES CAMPONESA A QUEM DÁ O NOME DE DULCINEA DEL TOBOSO, SUPOSTA DAMA DE ALTA NOBREZA.
DOM QUIXOTE DE LA MANCHA DE MIGUEL DE CERVANTES
Personagens:D. Quixote de La Mancha - Nome adotado por um ingênuo senhor rural. (representa o lado espiritual, sublime e nobre da natureza humana).
Sancho Panza - camponês ignorante e muito leal tomado como escudeiro por D.Quixote. (representa o lado materialista, rude e animal do ser humano).
Ambos, D.Quixote e Sancho Panza representam a dualidade do ser, voltado para o céu e preso à terra.
Dulcinea del Toposo (jovem camponesa objeto da devoção e do ideal cavalheiresco do nobre sonhador).
Rocinante - Cavalo decrépito usado por D. Quixote em suas andanças.
Resumo:
A história mostra um ingênuo senhor rural cujo passatempo favorito era a leitura de livros de cavalaria. Na sua obsessão, acreditava literalmente nas aventuras descritas e decide tornar-se um cavaleiro andante.
Suas viagens sucederam-se sob a alucinação de que estava vivendo na era da cavalaria; pessoas que encontrava nas estradas pareciam-lhe como cavaleiros em armas , damas em apuros gigantes e monstros ; até moinhos de vento na sua imaginação eram seres vivos. Combatendo as injustiças o personagem enfrenta situações penosas e ridículas , mantendo porem uma figura nobre e patética.
Ao final da Segunda parte Dom Quixote volta à razão , renuncia aos romances de cavalaria e morre como piedoso cristão.
Trechos da obra.."A batalha dos moinhos de vento"
Em suas andanças Dom Quixote encontra moinhos de ventoque que na sua alucinação são tomados por cavaleiros em armas ,por gigantes que ameaçam ;sua adorada Dulcinea. Sancho alerta Dom Quixote para o engano
Dom Quixote aproximou-se dos moinhos e com pensamento em sua adorada Dulcinéia de Toboso, á qual dedicava suas façanhas , arremeteu de lança em riste contra o primeiro moinho. O vento ficou mais forte e lançou o cavaleiro para longe. Sancho socorreu-o e reafirmou que eram apenas moinhos. Dom Quixote, respondeu que era Frestão, quem tinha transformado os gigantes em moinhos.
A batalha contra o "exército de ovelhas"
Neste capítulo, é relatado uma das aventuras de Dom Quixote, o encontro com dois rebanhos de ovelhas. O cavaleiro, com todo o seu sonho, criou paisagens, personagens que não existiam, atribuindo-lhes armas, coroas, escudos que na verdade não existiam.
Foi então que o "herói" avançou em direção ao rebanho e, como sempre foi surrado pelos pastores e pelas próprias ovelhas.Sancho Panza conquista suas ilhas prometidas
Desacreditado em receber sua ilha, Sancho Panza ganhou-a com muito orgulho. Pelo fato de acreditar e acompanhar um cavaleiro, tinha muito prestígio na sociedade.
Sancho Panza resolveu vários problemas durante seu curto encontro com o poder, mas a população, que estava apenas fazendo uma brincadeira com o escudeiro, afetou os sentimentos do "governador", fazendo-o abdicar do cargo e voltar a sua vida antiga.
Causas do surgimento de Dom Quixote
Perda da riqueza
Dom Quixote era um fidalgo, filho de pais ricos. No entanto, durante sua vida, ele vai perdendo sua riqueza, pagando dívidas e comprando livros. Por isso, mergulha na literatura em busca da solução desta dificuldade, até demais.
Mudança em sua vida
Além de perder sua riqueza, Dom Quixote, ao nosso ver, começa a agir como um cavaleiro em busca de uma mudança, uma nova vida. Ele já tinha uma idade relativamente avançada e vivia muito só. Por isso deixa-se levar por imaginação e passa a viver num mundo ilusório, fantasioso.
Conseqüências da "loucura" de Dom Quixote
Lesão às pessoas
Ao agir como Dom Quixote, o cavaleiro não distinguia as pessoas com quem encontrava, prejudicando algumas e, consequentemente, auxiliando outras, física e financeiramente.
Perda da história
Quando os amigos de Dom Quixote descobrem a causa de sua "insanidade", decidem por acabar de vez com ela, queimando todas as suas novelas de cavalaria.
Por outro lado, ao agir desta forma, a sociedade comprova seu poder, eliminando algo que possa causar mais problemas futuros, que possa incomodá-la.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
♥ Cantiga de Amor ♥
Nas cantigas de amor o homem se refere à sua amada como sendo uma figura idealizada, distante. O poeta fica na posição de fiel vassalo, fica as ordens de sua senhora, dama da corte, onde esse amor é considerado como um objeto de sonho, ou seja, impossível, que está longe.
Vejamos um exemplo de cantiga de amor:
“Senhora minha, desde que vos vi,
lutei para ocultar esta paixão
que me tomou inteiro o coração;
mas não o posso mais e decidi
que saibam todos o meu grande amor,
a tristeza que tenho, a imensa dor
que sofro desde o dia em que vos vi.”
(Afonso Fernandes)

Vejamos um exemplo de cantiga de amor:
“Senhora minha, desde que vos vi,
lutei para ocultar esta paixão
que me tomou inteiro o coração;
mas não o posso mais e decidi
que saibam todos o meu grande amor,
a tristeza que tenho, a imensa dor
que sofro desde o dia em que vos vi.”
(Afonso Fernandes)

sábado, 18 de maio de 2013
Novela de Cavalaria
Oi galerinha, desculpe não ter entrado esses dias aqui no blog,estava meio ocupada mais em fim estou aqui!
Eu perguntei para a minha mãe se ela conhecia alguma novela de cavalaria e ela me disse que sim conhece "Que rei sou eu" ,então pesquisei sobre ela e ai está.
Que Rei Sou Eu? é uma telenovela brasileira do gênero capa e espada produzida pela Rede Globo e que foi exibida, entre 13 de fevereiro e 16 de setembro de 1989.

Eu perguntei para a minha mãe se ela conhecia alguma novela de cavalaria e ela me disse que sim conhece "Que rei sou eu" ,então pesquisei sobre ela e ai está.
Que Rei Sou Eu? é uma telenovela brasileira do gênero capa e espada produzida pela Rede Globo e que foi exibida, entre 13 de fevereiro e 16 de setembro de 1989.

Um pequeno resumo sobre a novela:
Em 1789, três anos antes da Revolução Francesa, no imaginário país europeu chamado Avilan, o povo vive na miséria e enfrenta dificuldades financeiras e sucessivos planos econômicos. Já os políticos estão cada vez mais desonestos e corruptos. Nada funciona no reino de Avilan, nem a guilhotina. A novela era uma paródia ao Brasil, sendo muitas das situações mostradas em “Que Rei Sou Eu?” inspiradas em fatos reais que aconteceram no nosso país nos anos 80. O país sofre com inúmeras trocas de moeda (assim como o Brasil).
A novela começa com a morte do rei Petrus II, que não tem herdeiros legítimos. Com a sua morte, o trono do reino é assumido pela rainha Valentine. No entanto, Petrus II deixa um testamento no qual revela que teve um filho bastardo, e que este seria o herdeiro do trono. Valentine é totalmente dominada pelos conselheiros Crespy Aubriet, Gaston Marny, Bidet Lambert, Gerárd Laugier e Vanolli Berval. O único conselheiro honesto é Bergeron Bouchet, alvo das investidas da rainha Valentine. Ele, no entanto, é casado com Madeleine, mulher com ideais feministas e alvo da cobiça do bruxo Ravengar, que exerce grande influência na Corte. No palácio, também se destaca Corcoran, o bobo da corte, um rebelde infiltrado entre os poderosos.
Para que o verdadeiro herdeiro do trono, o jovem Jean-Pierre, não assuma o trono, os conselheiros entregam a coroa ao mendigo Pichot, e ele se passa pelo filho bastardo do rei. No entanto, Jean-Pierre ao saber que é o verdadeiro herdeiro, passa a lutar contra os poderosos de Avilan para assumir o trono. Em meio a lutas e conspirações contra o governo, Jean-Pierre se vê envolvido com duas mulheres: a jovem Aline, que trabalha no palácio, e a bela Suzanne, mulher do conselheiro Vanoli. No final da novela, o povo invade o palácio, elimina os opressores, confisca os bens da nobreza e toma o poder.
Então espero que tenham gostado, e você ai que gosta de novelas de cavalaria...deve lembrar de alguma outra novela, que tal você me dizer ai nos comentários algumas novelinhas que estavam na telinha??
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Que tal?
Essa é pra vocês meninas alguém ai já leu o livro "O Clube das Irmãs" eu achei o livro super legal revela o calor e o humor (além das briguinhas) de três irmãs, cada qual com sua forte personalidade.
Conheça esse simpático clube com apenas três associadas: Alex, de 12 anos, quer ser atriz e já sabe muito bem "fazer drama"; Joey, a caçula, é fanática por lição de casa e pelos Pioneiros da época da colonização dos Estados Unidos; e, bem no meio das duas, Stevie, de dez anos, é a "cola" que mantém todas unidas.Acompanhe as aventuras dessas três irmãs: o jantar que virou um desastre, as brigas por causa de um suéter roubado, a paixão de Alex pelo ator principal da peça escolar...
ainda tem muito mais.....ficou interessado vá até uma biblioteca pertinho ai da sua casa e leia o final tenho certeza que vai gostar !!
Conheça esse simpático clube com apenas três associadas: Alex, de 12 anos, quer ser atriz e já sabe muito bem "fazer drama"; Joey, a caçula, é fanática por lição de casa e pelos Pioneiros da época da colonização dos Estados Unidos; e, bem no meio das duas, Stevie, de dez anos, é a "cola" que mantém todas unidas.Acompanhe as aventuras dessas três irmãs: o jantar que virou um desastre, as brigas por causa de um suéter roubado, a paixão de Alex pelo ator principal da peça escolar...
ainda tem muito mais.....ficou interessado vá até uma biblioteca pertinho ai da sua casa e leia o final tenho certeza que vai gostar !!
terça-feira, 16 de abril de 2013
Significado da Páscoa
Olá lindos e lindas eu sei que já passou a páscoa mas,fiquei com vontade de falar sobre o "Significado da Páscoa".
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumi lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
Vamos ver agora como surgiu o chocolate...Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumi lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
terça-feira, 19 de março de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)

